sexta-feira, 20 de maio de 2011
Fundamental em nossas vidas...
quinta-feira, 19 de maio de 2011
A TIGELA DE MADEIRA
Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritavam-se com a bagunça.
“ − Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai”, disse o filho.
“ − Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.”
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.
Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida caírem ao chão.
O menino de quatro anos de idade, assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
Ele perguntou delicadamente à criança:
" − O que você está fazendo?"
O menino respondeu docemente:
" − Ah, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer."
O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então, lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.
Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite, o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para a frente e até o final de seus dias, ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um talher caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua e amanhã será melhor.
Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçam.
Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.
Aprendi que “saber ganhar” a vida não é a mesma coisa que “saber viver”.
Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance.
Aprendi que viver não é só receber, é também dar.
Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, nos trabalhos e procurar fazer melhor, a felicidade vai encontrá-lo.
Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.
Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.
Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano – segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.
Aprendi que ainda tenho muito que aprender.
As pessoas se esquecerão do que você disse... Esquecerão o que você fez... Mas nunca esquecerão como você as tratou.
Lembrem-se... Apenas ir à igreja não o faz um cristão, da mesma forma que ficar em sua garagem não o transforma em um carro.
Cada um e todos nós atravessamos épocas difíceis, mas Deus está pronto para abençoar-nos de uma maneira que somente Ele pode fazer. Mantenha a fé!
Oração: Pai! Abençoe meus amigos, parentes e aqueles com os quais me preocupo profundamente e que estão lendo esta oração agora. Mostre-lhes uma nova revelação de seu amor e poder. Espírito Santo, ministre seu espírito neste momento. Onde há dor, dê paz e piedade. Onde há dúvida, libere uma confiança renovada com sua graça. Onde há necessidade, que seja suprida. Abençoe seus lares, famílias, finanças, suas idas e suas vidas. Amém.
Luz, paz e bênçãos advindas do Mestre Jesus.....
Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritavam-se com a bagunça.
“ − Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai”, disse o filho.
“ − Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.”
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.
Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida caírem ao chão.
O menino de quatro anos de idade, assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
Ele perguntou delicadamente à criança:
" − O que você está fazendo?"
O menino respondeu docemente:
" − Ah, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer."
O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então, lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.
Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite, o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para a frente e até o final de seus dias, ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um talher caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua e amanhã será melhor.
Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçam.
Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.
Aprendi que “saber ganhar” a vida não é a mesma coisa que “saber viver”.
Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance.
Aprendi que viver não é só receber, é também dar.
Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, nos trabalhos e procurar fazer melhor, a felicidade vai encontrá-lo.
Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.
Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.
Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano – segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.
Aprendi que ainda tenho muito que aprender.
As pessoas se esquecerão do que você disse... Esquecerão o que você fez... Mas nunca esquecerão como você as tratou.
Lembrem-se... Apenas ir à igreja não o faz um cristão, da mesma forma que ficar em sua garagem não o transforma em um carro.
Cada um e todos nós atravessamos épocas difíceis, mas Deus está pronto para abençoar-nos de uma maneira que somente Ele pode fazer. Mantenha a fé!
Oração: Pai! Abençoe meus amigos, parentes e aqueles com os quais me preocupo profundamente e que estão lendo esta oração agora. Mostre-lhes uma nova revelação de seu amor e poder. Espírito Santo, ministre seu espírito neste momento. Onde há dor, dê paz e piedade. Onde há dúvida, libere uma confiança renovada com sua graça. Onde há necessidade, que seja suprida. Abençoe seus lares, famílias, finanças, suas idas e suas vidas. Amém.
Luz, paz e bênçãos advindas do Mestre Jesus.....
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Carroça vazia
"Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio na fazenda, que aceitei com prazer.
Ele se deteve num morro e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Além do canto dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos por alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo - disse meu pai. - É uma carroça vazia.
Perguntei a ele:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora! - respondeu meu pai.- É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.
Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo alguém falando demais, gritando para intimidar, tratando o próximo de forma grosseira e deselegante, querendo demonstrar que é o dono da verdade, tenho a impressão de ouvir meu pai dizendo.
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz!"
Desconheço o autor
Com g ou gui?
Se o sentido for o de parte, setor, é “segmento”: “os segmentos religiosos”, “os segmentos da sociedade”, “o segmento de eletrônicos”, “o segmento de lazer”.
“Seguimento”, com “gui”, é da família do verbo, que quer dizer continuação, “seguir” e, por isso, significa “o ato ou efeito de seguir”: “Sua boa administração não teve seguimento”.
sábado, 14 de maio de 2011
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