sexta-feira, 13 de maio de 2011
O que é Transdisciplinaridade?
Os Quatro Pilares da Educação
sábado, 7 de maio de 2011
Desabafo...
Hoje estou me sentindo um tanto quanto desanimada e desmotivada. Sempre quis fazer o curso de Pedagogia para trabalhar mais próxima das minhas colegas professoras, auxiliando com sugestões de trabalhos diferenciados e criativos que pudessem melhorar a aprendizagem dos nossos alunos. Hoje, após a conquista desse sonho, posso perceber que estive enganada todo esse tempo. A função de coordenadora pedagógica tem me deixado muito atarefada com tanta burocracia. Não tenho tempo para visitar os alunos em sala de aula, acompanhar suas atividades e aprendizagens, nem tampouco auxiliar os professores em seus trabalhos. Penso, às vezes, que nem sou útil na escola. Percebo minhas colegas de trabalho tão atarefadas quanto eu em seu fazer pedagógico, demonstrando cansaço e desânimo e ao mesmo tempo, à espera da ajuda que não tenho condições de oferecer. Perco noites de sono pensando nos sonhos que tanto trabalhei para conquistar e hoje chego à conclusão que eles foram só sonhos... a realidade é dura, cruel e fria... Os projetos hoje estão abandonados por falta de tempo ou até de oportunidades, pois são claras as situações onde um quer sempre "furar o olho" do outro, demonstrando que o subir só vale de verdade, ou só terá sabor quando se puder ofender ou magoar alguém. Aprendi com uma pessoa especial... meu companheiro Eduardo, que jamais conheceremos as pessoas de fato, se elas não estiverem no poder... Ele sempre diz: "Se quer conhecer uma pessoa, dê o poder a ela!". Acho triste tudo isso. Não foi pra sermos concorrentes que Deus permitiu que fizéssemos nossa escolha na profissão, mas foi para contribuirmos para o sucesso de nossos alunos, trabalhando sempre para que os objetivos comuns da educação fossem alcançados e que pudéssemos contribuir para a formação de verdadeiros cidadãos...
Kênia Bessa
Kênia Bessa
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Dia das Mães
Sonhos de mãe
Safiya Hussaini, 37 anos, mulher, negra, pobre, nigeriana.
Aquela é uma mulher sofrida. Mãe de 9 filhos, dos quais perdeu 5 para a malária, vive na casa do velho pai, na mais completa miséria.
Analfabeta e ignorando as leis que deveria obedecer, fôra condenada à morte por apedrejamento, no ano de 2001.
Qual foi o seu crime? A gravidez fora do casamento.
Safiya deu à luz uma menina chamada Adama.
A condenação era fato, e a pena estava prescrita: Safiya seria enterrada até à altura das axilas, e depois seria apedrejada até à morte.
No entanto, a lei estabelece que para a execução é preciso esperar que a criança seja desmamada.
Enquanto a mãe amamentava a criança, houve tempo para que pessoas de todo o mundo se mobilizassem para impedir a execução cruel.
Algum tempo depois, uma defesa bem elaborada por vários advogados, conseguiu que o supremo tribunal da Nigéria absolvesse aquela mulher-mãe.
Quatro anos depois, ao ser entrevistada por uma rede de televisão brasileira, Safiya falava, com certo pesar: "perder os filhos foi a coisa mais triste da minha vida, muito mais doloroso do que a ameaça de morte por apedrejamento."
A nigeriana conta que o medo era seu companheiro inseparável, e que pensava principalmente na filha pequena, que ficaria sozinha se ela morresse apedrejada.
Como a sua história foi notícia no mundo inteiro, comoveu pessoas de bom coração que enviaram recursos para que Safiya pudesse construir uma casa para viver com os filhos.
A construção singela ficou pela metade porque os recursos acabaram, mas o sonho daquela mãe ainda está vivo.
O sonho é simples e não custa muito: ter uma casinha para viver tranqüilamente com seus filhos.
Adama, já com quatro anos, aconchegada ao colo da mãe diante das câmeras, nem suspeitava que havia sido a causa de tudo.
Safiya, uma mãe como tantas outras. O amor pelos filhos acima do próprio sofrimento e da ameaça de morte.
Ser mãe é uma condição que traz algo em comum em qualquer lugar do mundo, não importando a nacionalidade, a cor, a posição social. E esse algo mais é o amor pelos filhos.
Um coração de mãe é esse santuário seguro onde os filhos encontram refúgio, incondicionalmente.
Nem a penúria, nem a desgraça, nem o pavor da morte, podem extrair de um coração de mãe esse sentimento chamado amor.
Um coração de mãe é a mais sublime harpa viva, de onde se pode ouvir as mais belas canções de ninar...
Os mais belos poemas de ternura...
A mais encantadora melodia de amor e dedicação.
Um abraço de mãe é o mais tranqüilo aconchego que se pode almejar...
É o laço de afeto que afugenta o medo, desfaz a tristeza, traz segurança e atrai a esperança...
A abnegação de mãe é a força capaz de modificar o mundo, de reconstruir jardins devastados pela invernia, restaurar corações quebrados e fazer brilhar a luz onde a noite ameaça...
Na figura de Safiya, a mãe pobre da Nigéria, maltratada pelos açoites da dor, pelo preconceito, pela penúria extrema, desejamos fazer uma singela homenagem a todas as mães do mundo...
Mães de filhos ausentes...
De filhos delinqüentes...
Filhos encarcerados...
Mães de filhos ingratos...
De filhos desaparecidos...
Filhos meninos e filhos crescidos...
A todas as mães de filhos presentes...
De filhos inteligentes...
Filhos amorosos...
Mães de filhos dos filhos...
Mães de filhos honrados...
De filhos agradecidos...
Filhos desesperados...
Enfim, nossa homenagem sincera a todas as mães da face da terra, mães de todas as raças, de todas as cores, de todas as crenças, de todas as idades... Mães apenas.
www.reflexao.com.br
Safiya Hussaini, 37 anos, mulher, negra, pobre, nigeriana.
Aquela é uma mulher sofrida. Mãe de 9 filhos, dos quais perdeu 5 para a malária, vive na casa do velho pai, na mais completa miséria.
Analfabeta e ignorando as leis que deveria obedecer, fôra condenada à morte por apedrejamento, no ano de 2001.
Qual foi o seu crime? A gravidez fora do casamento.
Safiya deu à luz uma menina chamada Adama.
A condenação era fato, e a pena estava prescrita: Safiya seria enterrada até à altura das axilas, e depois seria apedrejada até à morte.
No entanto, a lei estabelece que para a execução é preciso esperar que a criança seja desmamada.
Enquanto a mãe amamentava a criança, houve tempo para que pessoas de todo o mundo se mobilizassem para impedir a execução cruel.
Algum tempo depois, uma defesa bem elaborada por vários advogados, conseguiu que o supremo tribunal da Nigéria absolvesse aquela mulher-mãe.
Quatro anos depois, ao ser entrevistada por uma rede de televisão brasileira, Safiya falava, com certo pesar: "perder os filhos foi a coisa mais triste da minha vida, muito mais doloroso do que a ameaça de morte por apedrejamento."
A nigeriana conta que o medo era seu companheiro inseparável, e que pensava principalmente na filha pequena, que ficaria sozinha se ela morresse apedrejada.
Como a sua história foi notícia no mundo inteiro, comoveu pessoas de bom coração que enviaram recursos para que Safiya pudesse construir uma casa para viver com os filhos.
A construção singela ficou pela metade porque os recursos acabaram, mas o sonho daquela mãe ainda está vivo.
O sonho é simples e não custa muito: ter uma casinha para viver tranqüilamente com seus filhos.
Adama, já com quatro anos, aconchegada ao colo da mãe diante das câmeras, nem suspeitava que havia sido a causa de tudo.
Safiya, uma mãe como tantas outras. O amor pelos filhos acima do próprio sofrimento e da ameaça de morte.
Ser mãe é uma condição que traz algo em comum em qualquer lugar do mundo, não importando a nacionalidade, a cor, a posição social. E esse algo mais é o amor pelos filhos.
Um coração de mãe é esse santuário seguro onde os filhos encontram refúgio, incondicionalmente.
Nem a penúria, nem a desgraça, nem o pavor da morte, podem extrair de um coração de mãe esse sentimento chamado amor.
Um coração de mãe é a mais sublime harpa viva, de onde se pode ouvir as mais belas canções de ninar...
Os mais belos poemas de ternura...
A mais encantadora melodia de amor e dedicação.
Um abraço de mãe é o mais tranqüilo aconchego que se pode almejar...
É o laço de afeto que afugenta o medo, desfaz a tristeza, traz segurança e atrai a esperança...
A abnegação de mãe é a força capaz de modificar o mundo, de reconstruir jardins devastados pela invernia, restaurar corações quebrados e fazer brilhar a luz onde a noite ameaça...
Na figura de Safiya, a mãe pobre da Nigéria, maltratada pelos açoites da dor, pelo preconceito, pela penúria extrema, desejamos fazer uma singela homenagem a todas as mães do mundo...
Mães de filhos ausentes...
De filhos delinqüentes...
Filhos encarcerados...
Mães de filhos ingratos...
De filhos desaparecidos...
Filhos meninos e filhos crescidos...
A todas as mães de filhos presentes...
De filhos inteligentes...
Filhos amorosos...
Mães de filhos dos filhos...
Mães de filhos honrados...
De filhos agradecidos...
Filhos desesperados...
Enfim, nossa homenagem sincera a todas as mães da face da terra, mães de todas as raças, de todas as cores, de todas as crenças, de todas as idades... Mães apenas.
www.reflexao.com.br
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Páscoa
As origens do termo
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Fonte: http://www.suapesquisa.com/historia_da_pascoa.htm
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Fonte: http://www.suapesquisa.com/historia_da_pascoa.htm
Símbolos da Páscoa e seus significados
A vela
Representa o Cristo Ressuscitado que deixou o túmulo, radioso e vitorioso. Na vela pascal, ficam gravadas as letras alfa e ômega, significando que Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também ficam gravados no Círio Pascal. Nas casas cristãs, é comum o uso da vela no centro da mesa no almoço de Páscoa.
Os sinos
Cantam a alegria da Ressurreição expressa nos cânticos de Aleluia. Tocando festivamente, anunciam novos tempos, alma nova nas criaturas.
O cordeirinho
Na Páscoa da antiga Lei, era sacrificado um cordeirinho. No Novo Testamento, a vítima pascal é Jesus Cristo, chamado Cordeiro Pascal.
Os ovos
O ovo, aparentemente morto, é o símbolo da vida que surge repentinamente, destruindo as paredes externas e irrompendo com vida. Simboliza a Ressurreição.
O Coelho
Símbolo da rápida e múltipla fecundidade da própria instituição, que está
espalhada por toda a parte, reproduzindo fiéis: há um número incalculável de filhos de Deus, frutos da graça da Ressurreição.
Trigo e Uva
Simbolizam o pão e o vinho da Santa Missa e, por seu grande
significado com a Trindade Santa, traduzem, por excelência, o símbolo
Pascal. Para a ornamentação da mesa de Páscoa, nada mais
indicado que um centro feito com uvas e trigo, entre cestas
de pães e jarras de vinho.
O peixe
O peixe é o mais antigo dos símbolos de Cristo. Se Cristo é o Grande Peixe, somos os peixinhos de Cristo. Isso quer dizer que devemos
sempre viver mergulhados na Graça de Cristo e na Vida Divina,
trazidas a nós pela água do Batismo, momento em que nascemos espiritualmente, como os peixinhos nascem dentro d’água.
O Girassol
O girassol tem um simbolismo especial, pois está sempre voltado
para o Sol, astro-rei, assim como nossas almas, que devemos estar
viradas para o Divino – Sol, ou seja, Cristo Ressuscitado.
Representa o Cristo Ressuscitado que deixou o túmulo, radioso e vitorioso. Na vela pascal, ficam gravadas as letras alfa e ômega, significando que Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também ficam gravados no Círio Pascal. Nas casas cristãs, é comum o uso da vela no centro da mesa no almoço de Páscoa.
Os sinos
Cantam a alegria da Ressurreição expressa nos cânticos de Aleluia. Tocando festivamente, anunciam novos tempos, alma nova nas criaturas.
O cordeirinho
Na Páscoa da antiga Lei, era sacrificado um cordeirinho. No Novo Testamento, a vítima pascal é Jesus Cristo, chamado Cordeiro Pascal.
Os ovos
O ovo, aparentemente morto, é o símbolo da vida que surge repentinamente, destruindo as paredes externas e irrompendo com vida. Simboliza a Ressurreição.
O Coelho
Símbolo da rápida e múltipla fecundidade da própria instituição, que está
espalhada por toda a parte, reproduzindo fiéis: há um número incalculável de filhos de Deus, frutos da graça da Ressurreição.
Trigo e Uva
Simbolizam o pão e o vinho da Santa Missa e, por seu grande
significado com a Trindade Santa, traduzem, por excelência, o símbolo
Pascal. Para a ornamentação da mesa de Páscoa, nada mais
indicado que um centro feito com uvas e trigo, entre cestas
de pães e jarras de vinho.
O peixe
O peixe é o mais antigo dos símbolos de Cristo. Se Cristo é o Grande Peixe, somos os peixinhos de Cristo. Isso quer dizer que devemos
sempre viver mergulhados na Graça de Cristo e na Vida Divina,
trazidas a nós pela água do Batismo, momento em que nascemos espiritualmente, como os peixinhos nascem dentro d’água.
O Girassol
O girassol tem um simbolismo especial, pois está sempre voltado
para o Sol, astro-rei, assim como nossas almas, que devemos estar
viradas para o Divino – Sol, ou seja, Cristo Ressuscitado.
REFLEXÃO
O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO
Jô Soares
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui,
agradeça a ele!
Jô Soares
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui,
agradeça a ele!
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